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Meldels, milênios se passaram em que deixei essa legião de fãs órfãos e subnutridos. Se eu pudesse eu pedia mil perdões. Mas muita calma, muita calma pessoal, eu, como as eleições demoro mas sempre volto.

O fato é que entre o último e este post eu viejei. Dessa vez de maneira literal mesmo. Verão, férias, a Europa dando mole assim… Percorri um bom pedaço dela e passei cronologicamente (se a memória permitir) por: Madria, ES; Porto, PO; Lisboa, PO; Barcelona, ES; Paris, FR; Cince Terre, Florência e Pisa, IT; Londres, GR; Veneza, IT e Berlin, AL.

That´s all, floks. Tive num passado remoto a imaginosa idéia de que poderia ir atualizando o blogue com as impressões de viagem. Mas qual! Coisa bem cansativa e louca que é viajar. Inda mais do jeito que eu viajar. Que jeito é esse? Os últimos serão os primeiros, um dia eu conto.

Importante é que voltei pra Lund essa semana. Eis que como o nosso programa de intercâmbio começou atrasado dois meses eles se disponibilizaram a tirar o atraso nesse novo semestre. Eu disse, demorô, brô! E então semana passado recebo um email. O consórcio que sustenta o programa nos disponibiliza a ficarmos o restante do semestre inteiro.

Não sei o que fazer. É tanta coisa…

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Se é pra fazer mal feito vamos fazer no máximo possível. Isso porque quanto as eleições que estavam rolando até semana passada pro parlamento da União Européia, tive idéias napoleônicas dada a grandeza do assunto. Eu ia fazer toda uma análise política de todos o sistema europeu. Partido por partido, candidato por candidato. Não esquecendo de suas respectivas trajetórias, e avançando numa projeção dum possível desempenho futuro dos eleitos. Tudo comparado com o modelo brasileiro. E de uma maneira bem complicada, pra ninguém entender porra nenhuma.

Mas acabamos assim: um belo dia eu entro na biblioteca pública da cidade. Mas oh, ela está diferente, o que será que está acontencendo? Serão as eleições 2009 para o parlamento da União Européia? me pergunto.

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Sim, de fato eram. Já que há algumas semanas misteriosamente haviam surguido propagandas nonsenses  pelas ruas, com pessoas vestidas e nem sempre magras ou jovens, embora muitas mulheres.

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Averiguo que todo esse processo estava se dando nesse tipo de lugares públicos, e há algumas semanas. Mais ou menos como acontece com os nossos (raros) plebiscitos e consultas populares.E que, saiba-se lá porquê, as instruções são em trocentas línguas (sim, tinha em português).

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E que o modernoso país loiro alto e de olhos azuis (e por extensão provavelmente o resto das Europa também) se utiliza de uma tecnologia avantajadíssima para tais fins. Mais uma vez o Brazil tem com quem aprender: papel, caneta e paninho verde.

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Voltem a primeira foto e reparem que especialmente na figuração estrelando estão minhas muletas. Pro sinal, ex-muletas, hoje mesmo retirei-as. E o bonito foi a conversa com o médico que usava lindas palavras técnicas: “bom, não há problema nenhum. Apenas recomendaria que se caso #$%¨ você imediamente !@&*(. Porque o importante é não !@#^ o que está *ª+@. De resto, tudo ¨$&%.”. Ah bão, dotô.

Não consigo acompanhar a Suécia. Ela me ultrapassa. Em exata uma semana estou deixando o país (êta frase glamurosa). Talvez para nunca mais voltar (e blasê). Medão. Além disso eu já tinha que ter postado sobre:

1. as formaturas de colégio;

2. as eleições pro parlamento da União Européia;

3. meus planos de viagem;

4. Couch Surfing (depois explico quiquié);

5. o “Meio do Verão”, período festivo que tem seu clímas ESSE FINDE;

Maaaaaaas ao invés disso estou arrumando meus cacarecos pra sair numa excursão rumo a um festival de música trance no meio das matas suecas pra voltar só no domingo. Ufa, cansei só de falar. Mas não é?! Isso pra nem tocar nos assuntos de que não, minha viagem está longe de estar toda planejada. Ai medão. Emoção.

Fiquei pensando se podia questionar naquele momento. O que aquela senhora disse, no alto de toda sua autoridade e de maneira tão banal, era questionável? Estou até agora pensando nisso, e não vai passar. Porque, porque não tenho como tirar a dúvida. A senhora disse que ela me amava. Que me amava muito. E ela é mãe, ela tem que saber da própria filha. Que eu devia saber o quanto a filha dela me amava. Meu deus, não sei de nada. Como posso deixar esse tipo de coisa passar? Me pegou desprevenida porque eu estava achando que era definitivo. Que não tinha como improvisar aproximação alguma, era tarde demais. Que eu e ela simplesmente não iríamos a diante. E que a gente era isso mesmo. Essa convivência constante e distanciada. Daí me vem a mãe dela assim e diz “ela te ama tanto” e depois “estou indo pro interior em dois dias”.

Não fiquei pensando no interior, mas em como seria possível. O amor. Desfilando assim sob meus olhos e eu nem perceber, era? Coisa tão cara sendo tratada desse jeito, de qualquer jeito. Ou vai que a mãe dela não sabe o que é amar, e ela nem disse nada. É só impressão de mãe que quer amigos pros filhos. Mas ela enganava a mãe, dizendo que me ama, ou a mim, sem me contar? Vai que ela não sabe que amar não pode ser inventar todas as coisas pra fazer, se esquecendo desse alguém por perto. Que amor é cuidadoso e vontade de estar junto um pouco, fazendo qualquer coisa. Não aquela falta de interesse, aqueles comentários vagos que só demonstram o quanto não se está prestando atenção na conversa.

Mas quem sou eu pra questionar a senhora. Tão madura, tão artista, vivida e sóbria. Com toda a razão sobre qualquer coisa. E ainda, nem interessada. Vou pra casa no interior, lá é tão típico, as pessoas de lá tão típicas, elas não falam mas são gentis. Mas o lugar é lindo, ainda mais agora que é verão. Eu também estou indo embora, mas não vou pro interior. Dentro de um tempo eu nunca mais vou voltar. E eu estava pensando que tudo bem. Que eu não tinha feito a maior amizade do mundo, que acontece. Morrendo de tristeza por dentro, mas pensando que tudo bem, acontece. Talvez eu poderia ter sido mais atraente, mais divertida. Um motivo melhor pra ficar em casa e conversar. Até agora, em que a mãe dela me vem e diz isso.

O que fazer, como voltar pra casa pra convivência de sempre sabendo que ela me ama? Como aceitar a pressa de manhã, o fechar das portas, se há amor? E ainda alguns dias até que eu finalmente parta. Pra sempre, não mais com magoa, mas dúvida. Que não vai ser tirada porque, porque eu simplesmente não tenho intimidade suficiente. E quando não se tem intimidade suficiente e se pergunta uma coisa profunda dessas, a resposta nunca é verdadeira. Que tem coisas que quando realmente se quer saber se precisa de coisas, disso, de intimidade. Que não há, como eu pensava que não havia amor antes. Mas preciso saber antes de ir embora. Porque vou ter que lembrar dessa época de algum jeito. Preciso saber como.

Mas talvez, talvez num dos dias em que ela sai mais tarde pra trabalhar eu possa levantar mais cedo. Já que nossos horários nunca bateram, e que de qualquer jeito ela nunca fez esforço pra tanto. Então eu posso levantar mais cedo fazer café enquanto ela prepara o almoço que vai levar pro trabalho. E dizer que a mãe dela estava muito divertida naquele dia e que tinha sido legal. E falar alguma coisa tipo que a minha mãe é assim ou assado. E ela seria vaga como sempre, dando as mesmas respostas. E sempre concordando pra não ter que se alongar. E eu olharia pra baixo, tentando parecer natural, banal como a mãe dela foi, e querendo dizer –mas você me ama mesmo?, acabar: então, acha que tua mãe te conhece bem?”

Estive fazendo pequenas mudanças utilitárias no blogue. Espero que notem! E que me amem mais. Muito mais. Afinal, estou aqui apenas pela fama e pelo dinheiro (oi, aonde?).

Daí me empolguei e vim fazer esse post que é como o programa Super Pop, totalmente SEM sentido (notem que o site oficial de Luciana Gimenez possui a opções LINGÜÍSTICAS, tal quais os filmes que importamos de Hollywood).

Então vamos voltar pra série que tinha parado na primeira edição: Foto da Semana. E tem que ser assim mesmo, no susto, senão o público perde o interesse rápido. Essas fotos serão pra provar que simplesmente NÃO está anoitecendo, como já relatado anteriormente. Gente, o sol não some do horizonte never. Sei lá, isso não está no Livro de Apocalipse, na Bíblia?! Fotos de fundamentação praticamente científica, peço que ignorem a falta de foco -desconfio que minha incapacidade em segurar 200g de metal por 4 segundos só pode me diagnosticar como portadora da Síndrome de Parkinson.

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Vista de mi janela as exatas TRÊS da matina de ontem. Alguém explica?

 Avaliando as bases inspiratórias deste post -posto que todo post tem todo uma explicar historico-cultural por trás- me deparo com a conhecida teórica (mais conhecida que teórica) Gimenez, Luciana. Em homenagem a sua obra temos o título do post de hoje tomado de um dos quadros de seu programa (vale a pena conferir o resto, fica a dica acadêmica).
 Aliás, percebam que agora descobri o recurso de usar letrinhas pequenininhas no final do texto como uma meta-ferramenta. Coisa de louco. Prestem atenção, de agora em diante o melhor do blogue estará aqui. Aliás esqueçam o resto e corram direto pras letras miúdas.

(Acabo de me dar conta de que meus títulos são rimas toscas e vazios de significado. Mas vamos superar e dar continuidade ao blogue. O show não pode parar.)

Essa semana é/foi/esta sendo de despedidas. Semana passada foi de últimos festejos, porque os estudantes internacionais (que meio que formam uma comunidade própria) estão indo simbora pra casa. O Pedro foi no sábado e as meninas que vieram comigo se foram na terça pra Berlin

O Pedro é um capítulo a parte. Ele tem seus 32 anos já, conheci por aqui através das aulas. Mora há nove anos no Canadá, cidadão e tudo. Mas se nasceu e criou mesmo no Zimbabue, África. Pra quem não tem a minimíssima idéia é o filme retratado naquele filme O Último Rei da Escócia. Ele tem bafafás mil pra contar de lá. Inda mais porque o querido ditador do país, Robert Mugabe, é metido a comuna e tirou a branquelada do poder.  Pero que o Pedro e seu pessoal são de um minoria étnica que só chegou por lá na primeira metade do século XX. Então não tinha jeito de ficar mesmo. Porque embora não haja mais uma elite branca, persiste outra, desta vez étnica. Daí ele se mandou pro Canadá quando a Santa América do Norte ainda estava de portas abertas pros imigrantes (indos 2000, 2001 -depois de 11/9 já viu, né). E está na faculdade e tal. E virou liberalista (vai dizer que não é mágoa do Robert Mugabe). E ainda por cima, alguém segura, hegeliano.

Quando descobri esse lado dele, foi assim: “veja então, Marx não entendeu Hegel“. Daí corta pra horas de discussões sociológicas, na chuva, na fazenda, e numa casinha de sapê. Finalmente, muito tempo de intercâmbio depois, ele conclui, sem sombra de dúvida: “…mas veja então, Marx não entendeu Hegel”.

Ai, ai. Ele tinha aquele jeitinho especial de demonstrar irrefutabilidade intelectual que só homens têm. De qualquer maneira se foi, ele e sua história (que eu acho incrível). Ele planeja trabalhar na Casa Branca -de verdade- e já me avisou que virá ao Brasil. Não sei se tão de verdadinha assim, mas se vir, vocês ficam do lado de quem

Eu querendo colocar esse clipe fodíssima mas não tinha como pô-lo no meio do texto sem chinelia-lo. É sacrilégio chineliar Placebo. Então fica aqui no fim pra todo mundo ir pro cantinho chorar depois. Enjoy:

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Ou “Dia da Bandeira” na Suécia. Pesquisando através do onisciente Google, amém, reza a lenda que é a data de fundação do Reino da Suécia no século XVI (sei que números romanos são fogo, então dou uma colher de chá: 16).

Então fui com a família da Aguimar pro mesmo museu onde a Páscoa é comemorada pra ver o que estava rolando na quebrada sueca. Como eu já disse, é um local cercado mas ao ar livre. Havia palquinho, havia bandinha, havia um corpo de, digamos, soldadinhos. E famílias intermináveis, e muitos idosos -esparramados no gramado. Ah, e algumas pessoas usando cadeira de rodas e coisas assim (uma delas era eu, por sinal, de muletas).

Primeiro uma senhora ficou suecando no microfone, ela e mais outras estavam totalmente de branco (eles têm um apego por essa cor em momento formais). E ao lado da bandinha, três idosos (mas vá lá, bem vigorosos) como porta-bandeiras. Pra ter uma idéia o senhor estava nada mais nada a menos que de fraque.

De repente todos se levanta, e cantam. O corpo de soldados saracoteia e depois debanda, a banda fica. Pressuponho que se trate do hino nacional. Isso porque ninguém ficou me traduzindo nada; quando o Nicolas estava fazendo isso me vem uma sueca pela esquerda, nos cutuca e pede pra que nos calemos, porque ela queria escutar. Euheim

Foi bem bem bonitinho e talz, depois disso as pessoas se espraiaram pelo museu. Havia uma esposição de carros antigos -como haviam muitas pessoas antigas também, Aguimar comentando quando algum se demorava a observar um dos carros “tá lembrando de quando dirigia uma desses”. E uma bandinha de jazz num canto, cantando.

Parece que virou feriado mesmo só desde 2005. Enfim, eu tinha levantado bem cedo pra levar o Pedro embora e os restaurantes/lojas abriram todos mais tarde. Tipo meio-dia, uma aporrinhação. Aliás, horários são uma coisa séria. Impossível de gravar: as repartições públicas têm horários diferentes em cada dia da semana. Sexta geralmente é meio turno (ô lá no meu Brasil brasileiro). E dependendo só atendem no horário de visita.

Mas enfim, não tenho com o que concluir esse post. O dia está cinzento e está todo mundo indo embora. Fica em aberto: puss puss

Então, praia e pé engessado: uma combinação explosiva. Mas praia? Sim, Lund é praticamente na costa e dá pra ir até de bici pra lá. Chama-se Lomma, Lomma beach, bitch.

Em plena segunda-feira estava bem lotadinha. Legal que o pessoal vai de roupa e se troca na beira da praia. Além de pessoas, algas lotavam a faixa de areia. Cheirando muito mal. Daí vinha um TRATOR jogando fumaça, silencioso e ainda discreto; um elefante branco no meio da sala. Ficou passando a tarde inteira pra lá e pra cá fazendo climão pro pessoal que tinha vindo curtir uma vibe natural.

Ah, gaivotas, muitas. E atrevidas. Vinham vindo, disfarçando, fazendo as selvagens comedoras de, sei lá, atum… e roubavam a comida das pessoas mais distraídas. Mas tipo, roubavam CACHORRO QUENTE. Só faltava reclamar que não tinha mostarda. Como assim vida natural?

E o mar. Dizem que é o Mar Báltico, eu particularmente tenho minhas dúvidas. Então, sabem piscina de 500 litros que ganhamos com 5 anos e aos 8 já não tem graça nenhuma? Quase isso, baseado nele criaram o adjetivo raso. As pessoas há, tipo, 500 metros a dentro e com água na cintura. Na cintura, meu deus. E nem uma ondinha de nada. Pinhal daria de laço no quesito risco de morte ao entrar no mar. Aliás, nem tem salva-vidas por aqui, agora que me dei conta. Também, é necessário tanto esforço pra se afogar nesse mar que quem conseguir… merece, aplausos.

E então, o pessoal é feliz mesmo por aqui, heim? Tipo, trocando a roupa de banho (tchê, como é duro encontrar expressões sem marca de gênero) na praia sob toalhinhas mínimas e pouco pudor. Crianças, crialommanças como vieram ao mundo. Crianças grandinhas como vieram ao mundo. E, por sinal, adultos como vieram ao mundo também porque havia, ao lado de nós, nada mais nada menos que uma área de NUDISMO. Vulgarmente conhecido como pessoas que ficam se roupa. O saco é que não pude ir lá liberar-me das amarras sociais pra não forrar o gesso com areia. Mas os guris que estavam comigo foram e disseram que só haviam velhões fora de forma.

O que convenhamos ser uma chatice, né? Não dá pra relaxar e curtir um trator tirando as algas desse jeito. Nem com nem sei biquíni. Mas eu até diria que perturbante mesmo foram minhas companias italianas. Dois rapazes, provavelmente em meio a suas respectivas puberdades. Cada sueca embiquinada que passava era “Ciao” pra cá “Ciao” pra lá. E fotos, fotos das que passavam. Um fim de carreira. No fim até eu já tava até repetindo junto.

Sério, diferença total. NENHUM cara te aborda na rua, nunca, nunquinha. Não fui alvo nem presenciei. Aliás, nem nas festas. Um respeito só que dá até vontade de documentar. Até esse dia.

Acontecimento simbólico: passou Albergue Espanhol hoje. Calmem, há um motivo pra isso ser simbólico. É que foi o último filme que assisti no Brasil. No dia seguinte ao aniversário da Mila Bu, na Cefav, pessoas que ficaram pra passar o dia junto. Daí fomos ver um filme, foi-que-foi que assistimos a essa. Mas na maior surpresa, porque o filme fala sobre um estudante do programa Erasmus de intercâmbio na Europa.

É  a história do francês Xavier (isso lá é nome de francês?) que vai passar um ano em Barcelona, Espanha. É uma comédia bem bacaninha, o ponto-chave é a confusão do protagonista. Ele em momento algum tem certeza de que está fazendo a coisa certa. Exceto quando encontra o lugar em que morará, que chama atenção porque a confusão de lá é irmã da confusão que ele tem por dentro -diz Xavier.

E me vem hoje esse filme passar no Cine Klubb, que é uma sessão de cinema organizada pelos estudantes todo domingo a noite. Então lá me fui mancando pra assistir ao filme de novo, que tinha sido escolhido por motivos óbvios, mas em meio a esse outro contexto. Estava agora do outro lado, no país estranho, rodeada de novas pessoas…

Eu falei que era simbólico, né?!

Por motivos que ignoro só escurece as ONZE HORAS da noite. Enquanto que as QUATRO da manhã o dia já raiou por completo. Façam as contas, isso dá quatro horas de escuridão/noite a cada vinte e quatro horas.

Ah lucianaaaaaaaa! Como diria o menininho do comercial clássico dos sucos Tang: quero mais.

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