Depois de chocar a sociedade ocidental nos últimos posts venho por meio desta informar que dia 6 de março passei o dia na capital da Dinamarca, Copenhagen. Sei que faz tempo que o ocorrido ocorreu, mas não é no Brazil que dizem que os últimos serão os primeiros? Assim é até útil o tempo decorrido que eu falo só dos fatos marcantes e não fico papagueando…

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gatíssima

O região em que fica a cidade em que estou se chama Skane, e antes pertencia a Dinamarca. Por isso até hoje essa área guarda semelhanças com esse outro país loiro que a distiguem do resto da Suécia. O sotaque é diferente (isso me contaram porque meu sueco anda fraco), por exemplo. Se a gente conferir alguns monumentos históricos por aqui as vezes está: “iniativa de tal autoridade dinamarquesa”.

É pertinho mesmo. Se pegando o trem de Lund pra Malmö são cerca de 15 minutos, até Copenhage é uma hora. Mais fácil que ir pra Cassino, né? Enfim, passei lá o dia passando de um castelo pro jardim real seguinte… um exagero de realeza. O charmoso de lá é a lenda Pequena Sereia. Não tou falando do personagem da Disney, mas da lenda que inspirou a Ariel. Então, é uma lenda dinamarquesa. Na beira do rio da cidade tem uma estátua dela, que foi construída em 1913 inspirada na lenda escrita por Andersen, famossíssimo escritor por aqui. Qualquer um pode chegar junto pra tirar uma foto, passar um xaveco ou lhe colocar uma luvinha.

Um desses que me empurrou, pega!

Também vi a troca de guarda real, com aqueles soldadinhos vestidos com o chapéu absurdamente rídiculo. A troca acontece poucas vezes ao dia, então é meio que uma atrasão turística, havia uma multidão enquanto eu conferia. O que não houve disputa foi pra tirar foto do ladinho dos guardas, que não poderiam se mexer A PRINCÍPIO. Sei que fui me “achegando”, toda serelepe pra tirar uma foto coladinha no pobre jovem soldado e… ele subitamente ME EMPURRA, dizendo: “mínimo de um metro de distância”. Gente, nada digno; tomem cuidado com esses guardas estátuas-vivas (mais vivos que estátuas).

Ah, visitei Cristiania.

Copenhagen, noite, por Silvia Sebben

E então a noite chegou… o lugar vira um carnaval nórdico. A cidade se enche de luzes, sem qualquer motivo aparente me senti em Berlim ou em Tóquio: as pessoas passando em estilos super diferentes, de babar. As brazileiras ques estavam comigo foram embora e eu fui encontrar a Ebba que estava indo pra irmos numa festa de música eletrônica por lá. O lugar da festa era gigantesco e algumas meninas (poucas) pareciam saídas da capa da Playboy, com aqueles modelitos mínimos, apesar do frio. Acho esse tipo de festa legal porque todo mundo dança virado pro DJ, não pros seu próprio grupo, e rola muito mais interação entre o pessoal que nem se conhece. Até a Ebba se espantou porque conheceu uma menina super legal lá, se espantou porque segundo sua opinião sueca dinamarqueses não são assim tão dados. E rola a maior intriga mesmo entre esses países escandinavos: vivem nesse bafafá de os finlandeses isso, os noruegueses aquilo…

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