Hoje fui acordada cedo com um belo aviso: “o dia está lindo, cheio de sol, por que você não vai dar uma volta?”. Sugestão devidamente ignorada, observo que de fato havia muito sol lá fora. Nossa, lindinho. Aqui onde usualmente anda nublado e cinzento havia um sol radiante entre as nuvens! Tanto que até coloquei menos roupitchas ao sair de casa pra aula.

Pra quê, né? Na volta nevou. Mas foi… a primeira vez que pego uma “nevada” do começo. Ao contrário do que parece, não neva todo dia no inverno. A idéia é que neve poucas vezes, mas que a neve se conserve por causa do frio. De qualquer forma, a última neve já tinha derretido há vários dias… Tanto que eu já estava formulando altas formulações formulantes sobre a formação da neve. Em três semanas praticamente me sentindo A expert em Frio/Neve so sul do Brasil E Suécia, pensando: “a neve, na Suécia, se carateriza por uma acentuada precitação nos primeiros meses de inverno. O que muda no final da extação(…)”.

Mas qual nada. Não espereva e nevou. A neve é a coisa mais linda. As pessoas todas emburradas nas ruas por terem sido pegas de surpresa e eu ali babando. Caminhando e babando. Caminhando, tomando neve na cara, e babando. Caminhando, tomando neve na cara, babando, e adorando.

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